Folha de São Paulo –
Vivemos tempos em que as inteligências artificiais têm feito as vezes de assistentes pessoais, terapeutas, amigos e até parceiros amorosos. Com um ou dois prompts, recebemos respostas elaboradas criadas especialmente para nós. Ou pelo menos é essa a impressão que temos —a de que, com essas tecnologias, somos quase autossuficientes. E é justamente nessa sensação que mora o perigo, porque o sentimento de que tudo parece intuitivo e fácil de realizar não veio acompanhado de letramento digital e midiático para compreender minimamente o contexto em que estamos imersos.
