Revista Educação –
A nova desigualdade educacional já não se limita ao acesso à escola, ao livro didático ou à conectividade básica. Ela está, cada vez mais, relacionada ao acesso qualificado às tecnologias emergentes — em especial à inteligência artificial (IA). Estamos diante de uma divisão silenciosa, porém profunda: entre aqueles que têm acesso, compreensão e capacidade de uso crítico da IA, e aqueles que permanecem à margem desse processo. Essa lacuna não é apenas tecnológica, mas pedagógica, social e, sobretudo, de oportunidade.
