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Durante muito tempo, o debate sobre tecnologia na educação esteve centrado no acesso. Ter computadores, tablets, internet e plataformas digitais era compreendido como um indicador de inovação. Nos últimos anos, porém, o avanço da conectividade e da inteligência artificial generativa alterou essa lógica. Saber utilizar aplicativos, navegar na internet ou produzir textos com auxílio de uma ferramenta de IA já não representa um diferencial.
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