Folha de São Paulo –
Na capital mundial da inteligência artificial, Tristen Chang, professora de humanidades do 6º ano, está reorganizando sua sala de aula para impedir que os alunos dependam de chatbots.
A partir do ano passado, Chang eliminou as redações feitas em casa e começou a usar provas orais para avaliar os estudantes na escola onde trabalha, em São Francisco, nos Estados Unidos. Ela faz 15 perguntas sobre personagens, enredo, tema e metáfora, às quais os alunos conseguem responder em apenas cinco minutos.
