Folha de São Paulo –
O filho da psicóloga Luana Cruz Bottini, 47, estava no quarto ano do ensino fundamental quando esbarrou em um colega durante um jogo de futebol na escola. “Seu negro filho da puta”, ouviu em resposta. O xingamento foi classificado como racista pelas crianças ao redor, que repreenderam o agressor.
“Às vezes é tão sofrido para ele [passar por situações de racismo] que ele nega, mas tinha uma comunidade ali que percebeu o que estava acontecendo e se levantou para protegê-lo”, afirma Luana.
