Folha de São Paulo –
Na porta de uma das casas, em uma vila tranquila de Cambridge, no estado de Massachusetts (EUA), um tijolo faltava na soleira. Em vez de cimento, peças de Lego preenchem o vazio —um gesto simples e revelador de quem acredita que o aprendizado começa com a imaginação.
Foi ali que o pesquisador Mitchel Resnick recebeu a reportagem, sentado na cozinha entre uma tigela de morangos frescos e pilhas de brinquedos espalhados pela sala ao lado.
