Folha de São Paulo –
A inteligência artificial avança em uma velocidade que os sistemas educacionais têm dificuldade para acompanhar. Para o professor francês Charles Fadel, o problema não está apenas em ensinar estudantes a usar novas ferramentas, mas em repensar o que a escola considera importante ensinar.
O especialista afirma que a mudança também precisa chegar às avaliações, que deveriam cobrar mais a capacidade de formular perguntas, analisar respostas e refletir sobre o próprio processo de aprendizagem.
