Folha de São Paulo –
O registro sobre a presença de alunos com transtorno do espectro autista (TEA) cresceu mais de 20 vezes nas escolas brasileiras em quase dez anos. O número passou de 41,2 mil estudantes em 2015 para 884,4 mil no último ano, segundo o Censo Escolar 2024.
O crescimento acontece devido à alta de diagnósticos no país e à redução na subnotificação dos casos, especialmente entre crianças.
Diante disso, instituições precisam estar preparadas para inclui-los. Plano de ensino individualizado, capacitação de funcionários e abertura para adaptações são pontos importantes, segundo especialistas.
