Carta Capital –
O estudante Rafael, de 17 anos, sonha em cursar Psicologia. Faltando poucos meses para o Enem 2026, passaporte para o ensino superior público, o clima é de angústia. Ainda que frequente as aulas regularmente, o adolescente – que cursa o 3º ano do Ensino Médio em uma escola da rede estadual de São Paulo – não se sente preparado para o exame.
A sensação de despreparo, diz, não vem da falta de esforço individual. Vem da própria organização da escola após as mudanças do Novo Ensino Médio.
