Folha de São Paulo –
De 2019 a 2025, o Brasil registrou ao menos 51 denúncias relacionadas a violações da laicidade em escolas e instituições públicas, aponta estudo do OLE (Observatório da Laicidade na Educação), ligado à UFF (Universidade Federal Fluminense).
Segundo o coordenador do grupo, José Antônio Sepulveda, os casos envolvem proselitismo religioso e perseguição a professores e funcionários, especialmente de religiões de matriz africana ou tradições não cristãs. “A autocensura é uma das principais consequências do racismo religioso”, afirma.
