Folha de São Paulo –
Uma atividade coletiva sobre o livro “Ciranda de Aruanda“, que representa a mitologia dos orixás na cultura afro-brasileira, provocou a ira do pai de uma aluna de 4 anos na Emei (Escola Municipal de Ensino Infantil) Antônio Bento, no Caxingui, zona oeste de São Paulo, na última semana.
No trabalho, as crianças precisaram desenhar um dos orixás retratados no livro, como parte do ensino antirracista da rede municipal de ensino e também para marcar o Dia da Consciência Negra, celebrado na quinta-feira (20). O pai, que é evangélico e, segundo moradores do bairro, sargento da Polícia Militar, não aceitou a atividade e voltou no dia seguinte com outros policiais para pressionar a escola.
