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Segundo pesquisa da Deloitte com 22.500 jovens em 44 países, apenas 6% da Geração Z aspira a cargos de liderança. O fenômeno, chamado de “conscious unbossing”, reflete a rejeição deliberada à gestão de pessoas. Embora esses profissionais busquem evolução na carreira, novas habilidades e melhores salários, eles evitam posições de chefia para escapar da sobrecarga de trabalho, do estresse e do burnout associados às responsabilidades de liderar.
