Folha de São Paulo –
A Escola de Aplicação da USP (Universidade de São Paulo) precisou adotar um plano emergencial e reduzir o horário das aulas do 1º ao 5º ano do ensino fundamental por falta de profissionais para atender os alunos com deficiência.
Considerada um modelo de educação inclusiva e humanista, a escola registrou um aumento de matrículas de alunos com deficiência e transtornos nos últimos anos. Esse aumento, no entanto, não foi acompanhado da contratação de profissionais especializados para atuar com essas crianças e adolescentes.
