Porvir –
Ao mostrar que dados e tecnologias não são neutros, o feminismo de dados convida professores e estudantes a discutir poder, desigualdades e vieses da inteligência artificial.
Um cálculo matemático define se uma pessoa está ou não no “peso ideal”. Um tênis vendido como feminino em vitrines de lojas esportivas. À primeira vista, nenhum desses exemplos parece ter relação com o feminismo de dados, tampouco com a educação básica. Mas eles ajudam a mostrar como decisões aparentemente técnicas carregam escolhas sobre quais corpos, experiências e modos de vida a sociedade considerada padrão.
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