Folha de São Paulo –
Apesar do avanço na permanência de estudantes que usam nome social no ensino médio da rede estadual de São Paulo, que alcançou 91,6% em 2025, quase metade dos alunos dessa etapa ainda ingressa sem ter tido vínculo escolar no ano anterior, o que indica interrupções no percurso educacional.
O nome social é a forma como pessoas trans, travestis e não binárias se reconhecem e desejam ser chamadas, independentemente do nome registrado em documentos civis.
