Folha de São Paulo –
Desde o aparecimento do ChatGPT há quase três anos, o impacto das tecnologias de inteligência artificial (IA) na aprendizagem tem sido amplamente debatido. Elas são ferramentas úteis para uma educação personalizada ou portas de entrada para a desonestidade acadêmica?
Mais importante ainda, surgiu a preocupação de que o uso da IA leve a uma banalização generalizada, ou seja, ao declínio da capacidade de pensar criticamente. Se usarem ferramentas de IA muito cedo, argumenta-se, alunos podem não desenvolver habilidades básicas para o pensamento crítico e para a resolução de problemas.
